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Diário de bordo (I) A ventania Estávamos almoçando no restaurante Graal Rota 80, Km 80 da freway Porto Alegre-Osório, no início da tarde de quinta-feira, já retornando a Laguna, quando o tempo fechou em questão de minutos. Nuvens escuras, areia e vento surgiram do nada e pouco depois desabou uma forte chuva. Voou mesas, pratos, garrafas do estabelecimento, que estava lotado, assustando a todos. Mais tarde, já na estrada, pudemos conferir os estragos. Dezenas de árvores, algumas enormes, foram arrancadas pela raiz e caíram no leito da rodovia. Contei muitas casas inteiramente destelhadas, postes ao chão e antenas parabólicas torcidas. Placas, out-doors pareciam de isopor. À medida que viajávamos íamos conferindo os estragos à beira da estrada, com o maior cuidado devido a galhos e pedaços de telhas depositados na via. Vi alguns carros e caminhões tombados e por todo o litoral sul, desde Osório, Terra de Areia, Três Forquilhas, Três Cachoeiras, Santa Rosa do Sul, Sombrio e Criciúma... este era o cenário diminuindo os estragos à medida que vínhamos para o Norte. Nos jornais de hoje, além dos relatos, a Defesa Civil fala em 10 pessoas feridas, 24 desalojadas e 874 edificações danificadas em todo o estado catarinense. Já no Rio Grande do Sul duas pessoas morreram e 10 mil estavam desalojadas, conforme a Defesa Civil daquele estado. Até a tarde de ontem pelo menos 16 cidades já haviam decretado situação de emergência e Tramandaí teve o registro de vento mais forte: 132 km/h. Há 9 mil edificações danificadas. Aqui na Laguna a ventania passou por volta das quinze e quarenta e cinco da tarde também fazendo estragos. Arrancou dezenas de placas e no Farol de Santa Marta o ventou atingiu 104 quilômetros por hora. Muitas casas foram destelhadas, principalmente nos bairros Cabeçuda, Perrixil, Nova Fazenda e Caputera, regiões nas margens da BR-101. Dois caminhões baú tombaram em Cabeçuda. Os baús estavam vazios e ninguém se feriu mas o trânsito que já estava complicado por conta das obras de recapeamento ficou ainda pior, com enormes congestionamentos. No trevo da Laguna, o outdoor ou luminoso dando as boas vindas ao visitante ficou totalmente retorcido com parte dele despencando. 
Escrito por valmir guedes júnior às 18h40
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Uma semana ausente do blog Esta semana, por motivo de viagem me ausentei desta página, dando um descanso para os leitores. Fui respirar outros ares, olhar desconhecidas paisagens, observar outras gentes, absorver culturas e pesquisar. E é andando por aí, sem ir muito distante, mesmo ao redor de nossa aldeia é que a gente percebe como esse Brasil é grande e tão diferenciado em diversos aspectos. Do litoral você vai à serra em poucas horas e mesmo sendo nós todos brasileiros é incrível o diferencial de povos dentro de uma mesma nação. Usos e costumes e até línguas. Aliás, alguém já disse: primeiro conhece a tua aldeia. Foi o que tentei fazer. Mas me alongo e confesso que essa ausência por poucos dias me deu saudade também dos leitores, dos comentários e desta chamada interatividade que é proporcionada pela internet. Poderia ter postado alguns textos e fotos e impressões que tive ao longo desses dias, mas preferi me desligar para somente ao final da viagem escrever, contar e mostrar um pouco do que vi e senti. Foi uma viagem cansativa em termos de quilometragens percorrida, mas rica em aprendizado. O mais importante. Fui ao sul do Brasil, passando por Porto Alegre e subindo a serra gaúcha, Caxias do Sul, Farroupilha e outras cidades. Alguns museus, casas de cultura, bibliotecas, livrarias, mercados, vinícolas... fizeram parte do roteiro. Em todas as cidades onde passei adquiri os jornais locais, hábito que tenho há muito tempo. Aonde chego a primeira coisa que faço é procurar uma banca. Lendo as publicações você aprende muito sobre o lugar além de analisar jornalisticamente a diagramação e conteúdo dos impressos. Cada louco com sua mania como se diz. E ainda ontem pouco depois do meio-dia, almoçando, fui testemunha dos fortes ventos que atingiu o litoral sul, destelhando casas e derrubando centenas de árvores ao longo de extensa região. Coisa feia. Mas agora o leitor me dá licença, tenho que desfazer as malas, fazer um xixi, organizar os papéis. Mais tarde começo a publicar alguma coisa do que vi. Até breve.
Escrito por valmir guedes júnior às 16h59
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O que é cultura? “Cultura é o conjunto de manifestações artísticas, sociais, linguísticas e comportamentais de um povo ou civilização”. Isso é uma definição. Da cultura de um povo fazem parte diversas atividades e manifestações como a música, o teatro, rituais religiosos, língua falada e escrita, mitos, danças, arquitetura, invenções, hábitos alimentares, pensamentos, formas de organização social, etc. Há uma maneira um tanto diferente de ver a cultura da Laguna por parte de administradores que governam e governaram nossa cidade nos últimos anos. Há uma preocupação e um esforço em captar grandiosas verbas para espetáculos – como o carnaval e encenação de tomadas e repúblicas, mas não é percebida uma maior preocupação e investimentos em outros setores culturais de nosso município e que estão abandonados. E eles existem, os que conseguiram sobreviver. Pergunto: como estão os artistas plásticos da Laguna? Os músicos? As bandas? O que se está fazendo para recuperar antigas publicações literárias há anos esgotadas em bibliotecas? Existem projetos para repor as placas em bronze dos monumentos e que foram furtadas ao longo dos tempos? Qual é o incentivo propiciado à criação em todas as áreas? E concursos literários – poesia, crônica, contos – quando serão realizados? Por que não organizar maratonas fotográficas entre fotógrafos amadores e profissionais, com distribuição de prêmios e exposição das premiadas, com as fotos sendo incorporadas ao acervo do município para futuro uso em folders e demais publicações? Os corais e conservatório estão recebendo a devida atenção? E os grupos folclóricos? O que se está preparando para a Semana Cultural do ano que vem e os próximos? Ficaremos somente aguardando verbas específicas para reproduções teatrais grandiosas à beira da Lagoa? Parte da enorme verba não poderia ser direcionada (captada) para outros setores culturais do município? Sabe-se que as leis de incentivo nunca serão capazes de suprir, por si, a ausência de uma política cultural. Ela tem que ser criada e desenvolvida pelo poder público. Política cultural que seja consistente não se faz apenas utilizando-se a renúncia fiscal. Se fizermos um balanço relacionando custo versus benefício em muitos projetos culturais que movimentam milhões de reais do contribuinte, quais serão os resultados? Eis algumas indagações que faço nesta noite de quinta-feira.
Escrito por valmir guedes júnior às 18h23
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“Já disse aqui: não acredito na “neutralidade” da linguagem. É melhor lidar com gente que fala às claras, com inimigos declarados. Os piores são os que não são frios nem quentes. Que nunca se assumem. Que lavam as mãos como Pilatos modernos”. (Emanuel Medeiros Vieira)
Escrito por valmir guedes júnior às 18h21
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Na Laguna, segunda via do IPTU e certidão negativa de débitos municipais já pode ser retiradas via internet Seguindo o já implantado em outras prefeitura, a da Laguna também está disponibilizando no seu site institucional, o cidadão web onde o contribuinte, via internet, tem acesso à segunda via do carnê do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), certidão negativa de débitos municipais e de imóveis. A modernização do sistema faz parte da política da administração tributária também para o fortalecimento do controle dos gastos e, principalmente, melhorar a qualidade de atendimento ao cidadão. Como acessar? Entrar no site www.laguna.sc.gov.br Ao lado esquerdo da tela do leitor no link Cidadão Web terá as opções do CND Contribuinte, CND Imóvel, CND Econômico, Guia Unificada, Segunda via do carnê, Situação do Contribuinte e Validação de Documentos.
Infelizmente o sistema pede uma senha e o contribuinte tem que ir até à prefeitura para obtê-la. A contrário de outras prefeituras - como Florianópolis, onde basta informar o número do CNPJ ou inscrição imobiliária.
Escrito por valmir guedes júnior às 18h21
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Meu e-mail Para os leitores deste blog que queiram conversar, sugestionar, criticar ou enviar colaborações, fotos, etc., e não querem fazê-lo diretamente no "comente" do blog, meu endereço é: valmirguedes@bizz.com.br Fico à disposição.
Escrito por valmir guedes júnior às 18h18
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Tribuna da Ilha – mais uma edição E o jornal Tribuna Lagunense quando voltará? Circulando esta semana em Florianópolis, mais uma edição do jornal Tribuna da Ilha, de número 89. Nesta edição, matéria sobre o fechamento da avenida Paulo Fontes, em frente ao mercado público; a mudança no zoneamento do solo da Agronômica, o que vai permitir a alienação da área onde se situa a penitenciária; a operação verão 2009/2010 para Florianópolis; a caminhada que reuniu mais de 500 idosos; o ato solene na Assembleia Legislativa em homenagem ao Dia do Maçom, data criada pelo deputado Jorginho Mello(PSDB); comemoração dos 40 anos do Lagoa Iate Clube, além de outras manchetes. 
Circulando na grande região da Trindade, que compreende além desta, os bairros Santa Mônica, Itacorubi, Pantanal, Agronômica, Córrego Grande e Centro, o jornal possui diversos colaboradores, entre eles o jornalista Márcio Dison, Lourenço Orth, advogado Flávio Goulart Barreto, Fátima Barreto e este blogueiro. É distribuído também em órgãos públicos de Florianópolis, como Assembleia Legislativa, Prefeitura, Câmara de vereadores, Tribunais, etc. Bem por isso estamos no número 89. Vida longa a ele. Os leitores aqui do blog já sabem, mas sempre é bom relembrar. Em 1995 fundei aqui na Laguna o jornal Tribuna Lagunense que marcou época em nosso jornalismo. Durante cinco anos, e até o número 104, a Tribuna Lagunense, com uma excelente equipe de colaboradores, trouxe matérias de reais interesses da nossa comunidade. Denunciamos, mostramos, recuperamos fatos e fotos do passado da Laguna. Em fins de 1999, problemas operacionais me impediram de continuar com a publicação, e entre as dificuldades, destaco o excesso de jornais na Laguna disputando o mesmo espaço publicitário e a utilização de, digamos, métodos não republicanos por parte de alguns. Além disso, sempre foi minha meta não me atrelar a qualquer tipo de grupos e políticos. É uma maneira de ser que custa caro, muito caro. E paguei o preço dessa liberdade, dessa independência. Uns até me chamam de visionário, que é uma maneira burra de se fazer jornalismo. Fazer o quê? Mesmo passados todos esses anos continuo pensando assim. Por isso costumo dizer que na verdade “adormeci” o jornal Tribuna Lagunense, fundando em seu lugar, na Capital do estado, em 1999, o jornal Tribuna da Ilha. Mas voltando ao Tribuna Lagunense, ainda hoje este jornal é lembrado por muitos que vez ou outra me perguntam se um dia ele voltará. Pois agora? Se as circunstâncias propícias surgirem talvez me anime a retornar com a publicação, quem sabe, qualquer dia... E qualquer dia é uma frase que quer dizer amanhã, daqui a um ano, dez anos ou no dia do São Nunca. Somente o tempo dirá.
Escrito por valmir guedes júnior às 14h35
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Roubaram mais uma vez o Banco do Brasil da Laguna Soube ontem à noite que a agência do Banco do Brasil de nossa cidade, situada na Praça Vidal Ramos, mais uma vez foi roubada. O fato aconteceu de sexta-feira para sábado. Em meados de agosto deste ano a agência já havia sido furtada e de dois caixas eletrônicos os ladrões levaram R$ 80 mil. Por conta disso o atendimento em caixas eletrônicos está fechado. Avisos afixados dizem aos correntistas para procurarem agências lotéricas e o o caixinha situado no Shopping Tordesilhas. Todos fechados no fim de semana.
Escrito por valmir guedes júnior às 12h40
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Não confio Nunca se deve confiar em restaurantes e barzinhos onde a troca de garçons e/ou cozinheiros é um constante. Algo errado existe. Normalmente os proprietários pagam e/ou tratam mal seus empregados. Como querem manter a qualidade?
Escrito por valmir guedes júnior às 12h39
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Jornal A Crítica denuncia abandono da Banda Carlos Gomes Jornal A Crítica, dos competemtes jornalistas Gladys Helena e Salmon Flores na edição desta semana trazendo importante reportagem-denúncia sobre as condições das instalações da sede da Sociedade Musical Carlos Gomes, fundada em 08 de abril de 1882, situada ali no rincão (rua Fernando Machado). Pela importância da matéria a transcrevo neste espaço, inclusive com comentários do presidente e maestro da centenária instituição, Deroci de Oliveira. ******************* Laguna Banda Carlos Gomes pede socorro. Parte interna do prédio desabou e prefeitura trata com descaso a entidade Conhecida como a banda musical mais antiga do Brasil em atividade, a Sociedade Musical Carlos Gomes, de Laguna, fundada em abril de 1882, está pedindo socorro aos empresários e comunidades para poder reerguer suas instalações. Parte interna do prédio onde funciona, na rua Fernando Machado, atrás da Rádio Garibaldi, desabou e outras dependências ameaçam ruir como a escadaria e o teto se não passar por reformas urgentes. Segundo o presidente da instituição, maestro Deroci de Oliveira, a falta de participação da prefeitura e outros órgãos públicos ligados à cultura no apoio da entidade com recursos, ameaça uma história construída há 127 anos. "No ano passado foi aprovado um convênio com a prefeitura para o repasse de R$ 1 mil mensais. Mas, isso não aconteceu. Neste ano, nos meses de abril e maio deram R$ 1.500,00 e esqueceram de nós. Também temos um projeto de reforma junto ao Iphan que está engavetado há oito meses. Por isso estamos tentando sensibilizar a comunidade para que nos auxiliem na compra de materiais para que possamos reedificar nossa sociedade musical”, observa o maestro e presidente da Sociedade Musical Carlos Gomes. Deroci ressalta que a banda hoje possui 48 componentes e 18 alunos se preparam com o aprendizado musical. "São todas pessoas carentes e que se ocupam com a música. Recebemos ajuda da Tractebel e do vereador Everaldo para darmos início à reforma, mas precisamos mais. Sequer temos recursos para pagar mão de obra. Não temos apoio do Poder Público", enfatiza. (Transcrito do Jornal A Crítica – edição nº 713 - 06/11/2009)
Escrito por valmir guedes júnior às 20h16
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É caro ou não é? Um grupo de senhoras, em excursão, mais de 40, chega defronte ao Museu Anita Garibaldi e ao saber que o valor do ingresso é R$ 3,00, dá meia volta resmungando. Uma delas comenta com outra: -É muito dinheiro pra ver coisas velhas...e coisas velhas já bastam nós...
Escrito por valmir guedes júnior às 15h39
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Outro tratamento Tem gente na Laguna que antes de fazer tratamento para o corpo deveria tratar da cabeça. Está doente e nem sabe.
Escrito por valmir guedes júnior às 15h38
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Buraco importante Tem um buraco muito importante na Laguna. Tanto que em duas sessões da Câmara já mereceu requerimentos de dois vereadores. Jussalva Matos e Tono Laureano que pediram providência à secretaria de obras. É um buraco numa lombada – isso mesmo você leu certo, buraco em lombada, vê se pode, só na Laguna - defronte à Panificadora Gisele, no Portinho. Olha, sinceramente, se cada buraco na Laguna merecer um requerimento de vereador, haja número.
Escrito por valmir guedes júnior às 15h38
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Falta a calçada Vereadora Jussalva Matos elogiando da tribuna da Câmara o estado das instalações do porto pesqueiro da Laguna. Muito bem. A vereadora, que exerce cargo no porto bem poderia dar uma força junto ao administrador Walter Tavares e providenciar a calçada em toda a extensão da rua São Joaquim ( agora denominada Aderson Pinho Remor), que vai da avenida João Pinho até o Molhes. Moradores da Ponta da Barra, estudantes em sua maioria, utilizam a via e são obrigados a transitar em meio à lama e mato de uma calçada “descalçada”.
Escrito por valmir guedes júnior às 15h38
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Sesc apresenta Mostra de Cinema Francês Contemporâneo Integrando a programação do Ano da França no Brasil, o Sesc apresenta até o dia 10 de novembro, às 19h, no casarão do Iphan de Laguna, Mostra de Cinema Francês Contemporâneo. A Mostra reúne filmes com o objetivo de repercutir melhor a vitalidade da produção cinematográfica francesa contemporânea. Todos os filmes já foram selecionados em festivais internacionais e alguns já foram premiados várias vezes na França e no exterior. Nenhum dos filmes foi lançado em sala no Brasil. Todos os títulos foram legendados pelo Ministério das Relações Exteriores francês. Os filmes escolhidos são:
- Assassinas Meurtrières (2005). De Patrice Grandperret – Drama – 97’.
- A França. La France (França/França, 2007). De Serze Bozon - Drama Duração 102’.
- Até Já. A tout de suite (2004). De Benoit Jacquot - Drama - Duração 95’.
- Tudo Perdoado. Tout est pardonné (2007). De Mia Hansen-Løve – Drama - Duração 95’. De Volta à Normandia. Retour en Normandie (2006). De Nicolas Philibert. Documentário - Duração 113’.
Local: Casa do Patrimônio - Iphan 06/11 20h Assassinas 07/11 20h A França 08/11 20h Até já 09/11 20h Tudo Perdoado 10/11 20h De Volta à Normandia Mais informações - Sesc Laguna : (48) 3644 0152
Escrito por valmir guedes júnior às 15h11
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