Blog do Valmir - Laguna


E mais alguns registros:

 

By Everton Guedes

 

 

 

  

 

  

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por valmir guedes júnior às 23h41
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E mais algumas fotos de uma noite inesquecível:

 

By Everton Guedes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por valmir guedes júnior às 20h41
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E mais fotos do lançamento continuam chegando

 Fotos: Everton Guedes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por valmir guedes júnior às 12h22
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À venda

Leitores me perguntam onde está à venda o livro “A última viagem do Malteza S”.

Eis os locais na Laguna:

 

- Laguna Discos – na Rua Gustavo Richard (ao lado do Angeloni);

- Sebo/Livraria – Rua Barão do Rio Branco – Centro Histórico;

- Videolocadora Mar Grosso.



Escrito por valmir guedes júnior às 22h33
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Lançamento da Última Viagem do Malteza S foi um sucesso

Uma noite de autógrafos é sempre uma dúvida. Compareci a muitas, principalmente em Florianópolis e posso afirmar que não há um escritor que não trema nas bases com a expectativa do lançamento de sua obra. Sempre é uma incógnita quanto ao público.

Já fui à noite de autógrafos onde o escritor era de renome e o público foi diminuto; compareci igualmente a lançamento de escritores neófitos onde a presença foi surpreendente.

 

Pois foi com muita satisfação e emoção quando me deparei com o ótimo público amigo que atendeu ao nosso convite para a noite de ontem, quando do lançamento de meu livro, "A última viagem do Malteza S”, no Clube Congresso Lagunense. Mais de 150 pessoas lá estiveram.

Fiquem certos que não há presente maior e mais valioso para quem escreve. Penso que é a recompensa por um trabalho honesto e sério de muitos anos, seja através de meu primeiro livro sobre o porto da Laguna: “A luta de um povo traído”, seja pelos escritos no jornal Tribuna Lagunense, e mais atualmente no espaço de páginas da internet, através do Blog do Valmir, que em muitos dias chega a quase mil acessos.

Não citarei nomes, todos os que lá estiveram são importantes para mim e suas presenças estão registradas no lado esquerdo do peito.

E foi tão bom rever amigos, professores, colegas de imprensa e rádio.

Agradeço a Carlos Araújo Horn, que gentilmente foi o mestre de cerimônias do evento.

 

Acrescento também o meu obrigado a algumas empresas, nas pessoas de seus titulares, que colaboraram, no apoio cultural, na confecção de cartazes, convites e banners:

- Gilberto Vieira, o conhecido Binha do Posto de Combustíveis Ipiranga;

- Kilojão, nas pessoas de Rita e Samir, sempre colaborando com a cultura lagunense;

- Cursos e Colégio Tradição, de Florianópolis;

E a:

- Diretoria do Clube Congresso Lagunense na pessoa de seu presidente Humberto Pigalli, pela cessão do espaço;

- Livrarias Catarinense, igualmente pela cessão de espaço;

- A empresa lagunense Expectativas Eventos pela instalação do som e imagens;

-À professora Éllen Kfouri Fernandes pela revisão dos originais;

- Aos fotógrafos Geraldo (Ge) Luiz da Cunha e André Luis Bacha;

- A Antônio Carlos Marega e Dalmo Faísca, por fotos de arquivo.

- A Jane Soares do Arquivo Público da Laguna, que me ajudou na consulta aos jornais da época.

- Agradeço também aos colegas da imprensa e rádios da Laguna e região, inúmeros sites e blogs, pela divulgação do meu trabalho.

  

- Por último (mas não em último lugar, e sim com destaque) agradeço principalmente à minha esposa Julita, a quem o livro é dedicado, que sempre esteve ao meu lado, me acompanhando nas viagens de pesquisas e compreendendo as inúmeras horas de ausência do convívio, enquanto eu lia todo o material impresso, ou entrevistava ou escrevia.

 

Agora é aguardar o dia 5 de agosto próximo, quando o livro será lançado na Livraria Catarinense do Beira Mar Shopping, em Florianópolis, a partir das 19h30m. Vamos reunir muitos lagunenses que residem na Capital do Estado.

E, pelas confirmações de comparecimento que estou recebendo será, tenho certeza, um grande encontro para rever amigos, bater um papo e botar a conversa em dia.

 

Abaixo, algumas fotos do evento de ontem à noite feitas pelo Geraldo (Gê) Luiz da Cunha:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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e pelo meu irmão Everton Guedes:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por valmir guedes júnior às 16h03
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É hoje

Pois é. Os leitores deste blog já estão talvez cansados de saber, mas não custa dar mais uma lembradinha.

A data parecia tão distante quando a escolhi, mas do jeito que as coisas andam – aliás, voam – logo chegou esta aguardada sexta-feira, 23 de julho de 2010.

Enquanto teclo algumas palavras para o discurso de logo à noite – isso mesmo, vai ter discurso, não fiquem desesperados, calma, prometo que vai ser bem rapidinho – fico na expectativa das últimas horas. E isso tudo porque não sou neófito em lançamentos, já tendo produzido meu primeiro livro “Porto da Laguna – A luta de um povo traído” há alguns anos.

Ainda esta semana quando recebi da gráfica os exemplares – que ficaram ótimos, linda capa, costurados, bem produzidos – lembrei-me das primeiras linhas e de toda mão de obra que é escrever e publicar neste país. Ainda mais em sendo livro de pesquisas.

Enfim, não vou me alongar, nem chorar mazelas sobre cultura e falta de patrocínios.

Portanto logo mais, no Clube Congresso Lagunense, a partir das 19h30m aguardo todos vocês para o lançamento da “Última viagem do Malteza S”.

Edição do autor, 160 páginas e baratinho, baratinho, apenas R$ 20,00.

Em troca garanto um pastelzinho, uma coxinha.



Escrito por valmir guedes júnior às 00h29
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No Programa Você Mulher apresentado por Tereza Dalva Rödel

Amanhã, a partir das 13h30m estarei no Programa Você Mulher, na Rádio Garibaldi, apresentado nas segundas, quartas e sextas-feiras pela escritora Tereza Dalva Rödel.

O tema será o lançamento do meu livro A última viagem do Malteza S, que acontecerá nesta sexta-feira, 23, no Clube Congresso Lagunense.

E o Programa da Tereza é assim, assuntos os mais variados, ligados à mulher antenada em seu tempo. Saúde e cultura são temas sempre presentes.

Ainda na quarta-feira José Genário Machado e Dulce Claudino, do Carrossel das Letras lá estiveram.

Até lá.

Para ouvir e assistir basta clicar em:

http://www.garibaldilaguna.com.br/



Escrito por valmir guedes júnior às 15h35
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Velho sambista

Em fins de janeiro de 1996, um sábado, subi o Morro da Nalha em busca de uma entrevista com um sambista da velha guarda, o seu Catarina. Fui recebido em sua residência, nos altos do Morro e lá mesmo fiz uma foto dele com sua inseparável cuíca. Estava então com 75 anos.

Depois publiquei o material em meu jornal Tribuna Lagunense, edição de nº 09.

Quando soube que a Fundação Lagunense de Cultura irá homenageá-lo este ano, na Semana Cultural, merecidamente, busquei em meus arquivos a entrevista. Ei-la, na íntegra.

 

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Catarina: no batuque do samba

“Na certidão de nascimento está registrado como Antônio Souza, mas se alguém o procurar pelo nome, dificilmente o encontrará.

É conhecido como Catarina, alcunha carinhosa recebida do amigo João Juvêncio Martins (João Salame), lá se vão anos.

Começou cedo no samba. Jovem, tocava na bateria da Escola de Samba Brinca Quem Pode, da Roseta, mas morava no morro, bem ao lado da sede da Escola de Samba Mangueira.

Não deu outra. Virou mangueirense, tocando pandeiro, instrumento que igualmente executava no famoso Bloco Cacareco, do seu Íris, no bairro Magalhães.

Depois, foi um dos fundadores da Escola de Samba Vila Isabel, cuja sede, em princípio, ficava em sua casa, nos altos da rua Júlia Nascimento, no Morro da Nalha, e depois construída num terreno ao lado.

Tocou a primeira cuíca no ano de 1970, emprestada por Manoel Fortes, no bar e restaurante Monte Carlo, palco de gloriosas serestas e rodas de samba. Não parou mais. Foram tantos carnavais...

Integrou também o Regional da Glorinha, tocando reco-reco.

Casado com Maria do Carmo, companheira sempre presente em todos os momentos de sua vida, teve seis filhos: Álvaro, Mário, Antônio José, Neusa, Marilda e Maria Aparecida, que herdaram o batuque nos pés, o samba no sangue e o amor à Vila Isabel no coração”.

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Hoje, aos 89 anos, está afastado dos desfiles. Mas sua paixão pela música, pelo samba continua, me confessou, quando o encontrei ainda semana passada, sentado em um banco do Jardim Calheiros da Graça, acompanhado de sua filhas. E o fotografei com carinho, este velho sambista que merece os aplausos do público.



Escrito por valmir guedes júnior às 22h43
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Utopia & Paixão

 

Registro da minha participação no Programa Utopia & Paixão, apresentado pelo Atanazio Mario Fernandes Lameira e por J. Tadeu, Rádio Garibaldi, todos os sábados, a partir das 20h30m. Falamos sobre o livro sobre o Malteza e diversos outros assuntos. E é sempre com prazer que participo do bate-papo com os amigos, a quem agradeço pelo convite.

A foto é de Geraldo (Gê) Luiz da Cunha.



Escrito por valmir guedes júnior às 19h58
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Museu está fechado há quatro meses

Desde o dia 24 de março, que o Museu Anita Garibaldi, no Centro Histórico, fechou suas portas para reforma.

O tempo foi passando, um mês, dois meses, três meses e nada.

Diariamente turistas esbarram com o local fechado, sem poder visitá-lo, prejudicando o turismo lagunense que já anda mal das pernas.

No dia 7 de junho postei matéria aqui no blog sobre o fato, solicitando informações.

No dia 16 do mesmo mês recebi e-mail da prefeitura, secretaria de Comunicação, informando que o atraso devia-se à demora na aprovação de mudança de rubrica orçamentária pelos vereadores da Laguna.

Mas já se sabia na demora nesses processos, então por que fechar?

Publiquei aqui as explicações.

 

A lei orçamentária dos recursos já disponíveis, conforme as necessidades exigidas no convênio foi aprovada pela Câmara no dia 14 de junho.

Foi informado também pela prefeitura que “no máximo em duas semanas, “contando com esta”, as obras serão iniciadas”.

O projeto contempla a restauração total do prédio, inclusão de acessibilidade e tratamento luminotécnico.

 

Pois bem. Estamos no dia 18 de julho. Um mês se passou das explicações e quatro meses no total e o Museu continua fechado, sem nenhuma movimentação de operários.

E agora?

Não sei porque tenho a impressão que as obras no Museu somente iniciarão após o término das obras na Carioca, próximo dia 29 de julho. A empresa que ganhou a licitação é a mesma.

Mas deve ser somente impressão.



Escrito por valmir guedes júnior às 19h51
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Nota de falecimento +

Soube agora, tristemente, do falecimento na manhã de hoje, proximidades de Balneário Camboriu, do advogado lagunense Hélio Antônio Baião Pereira, aos 51 anos, filho de dª Laila e do seu Hélio Pereira, vítima de acidente automobilistico. Pelo que fui informado, houve um choque entre o carro do Hélio e um ônibus, na Br-101.

Ignoro maiores detalhes do terrível acontecimento. Volto a informar.

Atualizando: o sepultamento vai ocorrer amanhã, às 10 horas. Seu corpo está sendo velado na sala mortuária Santo Antônio dos Anjos, na avenida Colombo Machado Salles (ex- cine Roma).

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 19 horas e 32 minutos...

Adeus Hélio Antônio

A vida é mesmo uma surpresa. Sempre. Você encontra uma pessoa num dia e em outro ela está morta. Às vezes com uma diferença de horas, de minutos. Penso nisso enquanto neste começo de noite de terça-feira vou escrevendo.

 

Ainda no sábado encontrei o Hélio no velório da dª Irene, na igreja Santa Terezinha, no Mar Grosso.

Todos os irmãos Baião Pereira sempre unidos, em todas as adversidades. Quando encontro seu Hélio (pai) o cumprimento e a progenitora dª Laila pra mim é exemplo de mulher e de mãe, sempre agrupando e ao lado dos filhos, incentivando, ajudando.

Quis o destino que sempre nos encontrássemos em reuniões familiares, já que o irmão do Hélio, o Marcos, é casado com a Rosilda, irmã da Julita, minha mulher.

 

Há uns dois meses o Hélio, namorando a Bia, esteve lá em casa. Conversamos, rimos muito, relembramos fatos de nossa juventude, namoros, professores, nomes...

Não estudei na mesma sala com Hélio Antônio, sou da turma do irmão dele, o Paulo César.

Mas estudamos muitas vezes juntos, no Científico do Ceal, final da década de 70. Ele estava no terceiro ano e nós no segundo.

Muitos sábados à tarde um grupo de amigos se reunia em sua casa, casa de seus pais, no Mar Grosso. Era para estudar para as provas, fazer trabalhos, mas no fim mesmo curtimos era um som.

 

Tempo de Pink Floyd, Rick Wakeman, Raul Seixas... muito rock e canções de protesto, Chico, Caetano...

Ainda em sua visita, lá em casa, lembrei-lhe da marca de seu toca-discos, um Taterka Linear, 100 wats de potência, um luxo para a época. Ele ficou surpreso com minha memória e me disse que o aparelho foi presente de seu pai. E cantou músicas da época, alegre, feliz, porque Hélio era uma pessoa extrovertida, de um coração gigantesco.

Verdadeiro em sua porra-louquice. Não ligava para rótulos, não se importava em parecer ser o que nunca foi.

Detestava a inveja, a mediocridade, a hipocrisia. É isso que guardo dele. É isso que vou guardar para todo o sempre.

Adeus meu amigo.

 



Escrito por valmir guedes júnior às 13h28
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Visão de um lagunense

Recebo e-mail de um lagunense, Renato Luiz de Souza, residente em Florianópolis.

Ele nos conta que saiu da Laguna com 14 anos. Foi para a Capital estudar e trabalhar, não muito diferente de tantos outros que seguiram o mesmo roteiro. Morou depois em outras cidades.

Hoje, aos 41 anos, diz que não visita a terra natal com regularidade, mas acompanha sempre as notícias através deste blog, da Rádio Garibaldi e do jornal O Correio.

Afirma que “no decorrer dos anos ficamos mais saudosistas e a lembrança do passado nos mantém vivos e esperançosos quanto ao futuro”.

Depois descreve a visão de quem está fora da cidade e as impressões que marcam nossos visitantes. Espera com isso “poder contribuir para que Laguna tenha mais dinâmica”, finaliza.

E é seu texto que publico abaixo:

 

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Em busca de nossa identidade

Renato Luiz de Souza

 

Laguna pautada em toda sua história por uma vocação turística fantástica, belezas naturais, sua arquitetura centenária, seus Botos, seu carnaval, deixou para trás todo seu brilho, a cidade pede socorro. As disputas politiqueiras estão matando nossa maior vocação.


Duas semanas atrás estive na cidade para passar poucas horas infelizmente, mas tempo suficiente para constatar o que lia e ouvia na internet.
A entrada da cidade não pode deixar de ter um portal turístico, o instalado ali a 1 km da entrada não pode ser considerado um portal. Lembro-me de alguns portais históricos que marcam em nossa memória, como o de Gramado, o de Joinville entre outros, por que em Laguna não pode ter algo parecido?

Dotado de banheiros públicos, com atendimento ao turista, posto policial, loja de produtos artesanais e souvenires, mesinhas para descanso dos viajantes, uma boa lanchonete. É difícil acreditar que o
Iphan não autorizasse tal empreendimento. O que falta?  Capacidade da prefeitura em empreender? Arquiteto na cidade? Falta incentivo federal? Muito complicado explicar.


Passado o dito portal (bem vindo/volte sempre), chegamos a uma rótula e surge outro impasse, agora para onde seguir? A sinalização não ajuda. Talvez perguntar para o frentista no posto de combustíveis em frente.  

Em frente à estrada para LAGUNA INTERNACIONAL, tudo muito chique provavelmente, Meu Deus outra visão do inferno: a estrada não existe. Se você esta numa área internacional e é daquele jeito, imagine a Laguna nacional. Mais um portal pela frente, a cidade é campeã em portal, outro monumento.

Na descida da praia do Iró você não sabe por onde seguir. Onde fica o Morro da Glória mesmo? Não vi informação e a balsa por onde seguir? Qual estrada pegar? Você olha a praia do Mar Grosso; várias avenidas se encontram e agora por onde seguir? Ora é pista dupla, ora é pista simples. Estacionamento em 45 graus, banco de areia, sei lá, a sinalização não ajuda.

 

Planejar e executar é função dos administradores. Por que não definir rotas para os visitantes onde eles tenham comodidade em estacionar, comprar e degustar o que a cidade oferece?

A verdade é que se perdeu a identidade visual da cidade. Lembro-me de uma oportunidade em que uma administração fez placas com golfinhos estilizados.
Laguna tem mais para oferecer em atrativos. Quem sabe contratar uma consultoria?
Fazer um concurso público? Acredito que conseguiríamos ter uma imagem para trabalhar a sinalização visual e fazer lembrar nossa cidade.


Fomos almoçar na Barra, deixamos o carro no “estacionamento“ dos molhes. Que trapiche é aquele? Mais uma obra de engenharia única. A impressão de uma cidade pacata, sem roubos é fascinante, porém deixar as coisas abandonadas não traz tranquilidade, pelo contrário, fomenta ansiedade. Fora o almoço fantástico, a preocupação era grande, e o carro como será que está? Você acaba almoçando rápido.

Neste momento fica a impressão: quanto é que o visitante gasta na sua permanência em Laguna? Permanência é a chave do negócio, quanto mais fica mais gasta.  Aliás, a prefeitura não deveria disponibilizar aquela travessia de bote gratuita para as pessoas?


O Morro da Glória é um perigo. Durante a noite não imagino quem levaria algum turista para conhecer a vista noturna da cidade, falta total de infra-estrutura. O ponto de ônibus ao lado do supermercado Angeloni é algo surreal. A própria reforma da estrada ali já é um equívoco. Acredito que se deixassem no barro lembraria mais a cidade tricentenária.

Não consigo expressar aqui meu sentimento a tantas coisas erradas e que soluções criativas e práticas de fazer e de custo baixo poderiam ser executadas, basta ter vontade e saber administrar.


Uma pintura no mercado público ajudaria muito. Revitalizá-lo e levá-lo ao encontro da lagoa, como o modelo em São Francisco do Sul (uma sugestão ao prefeito, visitar aquele município). Aquele cais ali também não ajuda; é morno, não atrai. A pintura dos prédios históricos é deprimente, segue a mesma tônica do resto da cidade aspecto de abandono, não de antigo.

E o que falar do famoso chafariz na praça central? Que saudades de quando tinha ali, tartarugas.  Que monumento que se transformou aquilo?

No final resta dizer: que tristeza ver a cidade assim. Lembranças de um passado maravilhoso em que tínhamos o melhor carnaval do sul do país, os bailes nos clubes, os eventos de surf, as festas de Santo Antônio e Navegantes no Magalhães.

Nossos amigos estão morrendo e a cidade também.


Laguna não tem eventos.  Não leio noticias da cidade em jornais em nível estadual. Uma competição de remo, por exemplo, para explorar a lagoa (Existe uma escola de remo na cidade?). A República em Laguna virou briga política e este ano não sai. A festa de Santo Antonio perdeu o brilho. Aliás, concordo 100% com o Mala em sua última coluna no jornal quando faz suas críticas. A unanimidade é burra, precisamos contestar para poder ver coisas acontecerem.


A prefeitura é a máquina para trazer eventos para a cidade, criá-los durante todo o ano, explorar os meses alternativos ao verão. Por que não organizar o encontro nacional de bandas de fanfarras? Usarmos os espaços livres que possuímos para atrair mais eventos como o já tradicional Moto Laguna? Por que não criar ali na avenida da praia uma passarela do samba, entre os molhes e o hotel Ravena, um circuito do samba como em Salvador, lá existe o circuito farol da barra, por
exemplo, explorar durante o ano eventos pré-carnaval.

                                                                         
A Semana Cultural deveria ser um evento regional. Trazer competições para unir a população das varias regiões da cidade, do Parobé a Laranjeiras, Bentos...

Lembro-me ainda em uma edição da Semana Cultural o show do Grupo Engenho, na praça em frente ao museu da República, isto nos anos 80. Fazer gincana com equipes de vários bairros, ofertar premiação que traga aos eventos profissionalismo e marquem pela continuidade.

O comércio local irá crescer na mesma proporção que os eventos tiverem suas edições multiplicadas. A cidade ganhará e irá chamar a atenção de novos empreendedores. É uma cadeia produtiva, porém tem que haver comprometimento da administração em dar continuidade a tudo isto, independentemente de partidos políticos.

Laguna precisa de Lagunenses, gente apaixonada por nossa terra e nossa gente.

Eventos não nascem grandes. O carnaval de Olinda, o carnaval de Salvador são exemplos disto. É preciso repensar nossa vocação: para onde queremos ir e o que deixaremos para os nossos.



Escrito por valmir guedes júnior às 18h54
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Nota de falecimento +

Faleceu às 7 da manhã deste domingo, no Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Tubarão, onde estava internado, Francisco de Assis Passos, o Chico da Banca, aos 77 anos.

Chico, em recente foto.

 

Seu corpo está sendo velado em capela mortuária ao lado da rodoviária da Laguna. (Funerária da Dorza, não tem?). E o sepultamento ocorre amanhã, segunda-feira, às 10 horas.

Nossos sentimentos aos familiares e amigos.

 

Quem não lembra do Chico da banca? Desde criança acostumamos com sua banca de jornais e revistas defronte ao Cine Teatro Mussi. Ali comprávamos pacotinhos de figurinhas da Copa do Mundo, trocávamos gibis com a turma, antes e depois das concorridas sessões das matinês das 2 da tarde.

Dois Pato Donald por um Tio Patinhas, um Tio Patinhas e um Zé Carioca por um Almanaque Disney; o Demolidor, Batman, Super Homem, Homem Aranha, Tex, enfim, os diversos gibis da Ebal que embalavam nossos sonhos de crianças e adolescentes.

Depois o Chico se instalou numa sala da rodoviária e de lá, há alguns anos, se transferiu para a rua João de Souza ( do Valo), no bairro Magalhães onde montou um pequeno armazém.



Escrito por valmir guedes júnior às 11h42
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LANÇAMENTO

 

 

 

Datas e locais confirmados, eis que está tudo pronto para o lançamento de meu segundo livro.

Mais de ano e meio em preparação. Milhares de páginas lidas. Mergulho em documentos oficiais, jornais, relatórios. Dezenas de entrevistas, busca por fotografias, charges, curiosidades, nomes, datas, números.

Depois compilar todo esse material, transformá-lo em algo digerível, de fácil e interessante leitura, que não seja cansativa e que prenda o leitor.

Penso que consegui fazê-lo.

Depois revisar todo o material. E revisar mais uma vez, e mais uma, checar tudo de novo, conferir digitação, diagramação, arte.

Enfim...nasceu. É um documentário de 160 páginas com dezenas de fotos e capítulos tratando do encalhe do navio grego na Praia do Gi, as mortes, os estranhos acidentes, entrevistas-depoimentos, o romance de um marinheiro da embarcação com uma moça da Laguna, a venda do milho, do óleo, os entraves burocráticos, a palavra da Marinha, da seguradora.

 

“A última viagem do Malteza S” será lançado no próximo dia 23 de julho de 2010, sexta-feira, a partir das 19h30m no Clube Congresso Lagunense.

 

 

Depois, dia 5 de agosto de 2010, uma quinta-feira, a partir das 19h30m nas Livrarias Catarinense do Shopping Beira Mar, em Florianópolis.

 

 

Aguardo todos os leitores deste blog, amigos que me dão a honra de suas leituras, tanto os que moram na Laguna como também os que residem em Florianópolis. Anotem em suas agendas.

Até lá.

 

 



Escrito por valmir guedes júnior às 22h49
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Álbum de fotografias

Com a derrota da seleção brasileira hoje, nos palcos esportivos da África, o que falar? Nada mais nada menos do que um futebol errado, com craques errados como cansaram de denunciar muitos cronistas esportivos. Mas a teimosia impera na era Dunga. Que felizmente já vai tarde.

Pensando nisso lembrei-me então de uma verdadeira seleção que a Laguna já teve – para ficarmos no velho chavão saudosista de nossa cidade.

Vejam os craques que muitas alegrias trouxeram aos torcedores de nossa cidade.

E foram destruir, em 1975, o estádio de futebol do Barriga Verde Futebol Clube. Com tantos lugares para se construir o ginásio de esportes e uma escola técnica, despiram um santo para vestir outro e até hoje um novo estádio não foi erguido. O Barriga Verde acabou-se e ficamos sem o time mais tradicional de futebol de campo do sul do estado.

Restam as fotos no álbum da nossa memória.



Escrito por valmir guedes júnior às 21h49
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