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Estátua de Santo Antônio dos Anjos compromete tombamento de centro histórico, diz Iphan
Sobre o projeto de construção da estátua de Santo Antônio dos Anjos na Laguna, o Iphan divulgou nota no dia de hoje onde afirma que o órgão não aprova as obras dentro da área tombada e entorno imediato. Eis na íntegra a nota do Iphan:
“Os moradores de Laguna, em Santa Catarina, estão diante da polêmica em torno da construção ou não de uma imagem de Santo Antônio, padroeiro da cidade. A obra, de 45 metros de altura ocuparia o Morro da Glória e/ou morro do Inhame, no centro histórico da cidade e entorno imediato. No entanto, com base nas normas de tombamento, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan não autorizou a realização do projeto arquitetônico, pois a estátua comprometeria o conjunto arquitetônico e paisagístico que é protegido pelo governo federal. A chefe do escritório técnico do Iphan na cidade, Ana Paula Cittadin, explica que “a princípio o Iphan não vê impedimento para a implantação do monumento a Santo Antônio dos Anjos no município de Laguna, mesmo porque o santo faz parte da identidade lagunense. Exemplos concretos desta referência cultural estão no nome original da cidade, na igreja matriz, nas festividades e trezena de Santo Antônio dos Anjos, estas últimas indicadas ao inventário nacional de referências culturais pelo próprio Iphan. Mas como instituição responsável pela proteção do patrimônio cultural, precisamos considerar a legislação que rege a área tombada de Laguna e, diante disto, nos vemos impossibilitados de aprovarmos a construção da imagem dentro da área tombada e entorno imediato.” Na justificativa para o tombamento de Laguna, em 1985, é recomendado que seja protegido seu acervo paisagístico “construído pelo sistema natural que o envolve, pelo conjunto de logradouros em seu traçado e dimensão, pelo cais junto à lagoa de Santo Antônio e pelo conjunto de edificações em sua volumetria, em sua ocupação do solo e em suas características arquitetônicas, que expressam a continuidade da evolução histórica do núcleo urbano e original”. Sendo assim, uma obra desse porte em pleno centro histórico compromete não só a paisagem que faz de Laguna um verdadeiro patrimônio nacional, mas a harmonia das características arquitetônicas locais. O parecer preparando pelo Escritório Técnico no Iphan em Laguna também lembra que o tombamento é um instrumento de proteção do patrimônio cultural brasileiro, instituído pelo Decreto Lei 25/37, que estabelece, além da salvaguarda do bem tombado, a preservação de seu entorno imediato. O artigo 18 destaca ainda que não poderá ser feita nenhuma construção na vizinhança de um bem tombado que impeça ou reduza sua visibilidade. O indeferimento do pedido de construção da imagem de Santo Antônio no morro do Inhame também leva em conta o impacto que será causado no local. Já que será necessário, a exemplo de outros monumentos desse tipo, como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, construir também acesso para veículos (particulares e coletivos), áreas de estacionamento, além de serviços de apoio ao turista (como banheiros, locais de alimentação etc.)”.
Escrito por valmir guedes júnior às 19h06
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Diário de bordo (II) Energia eólica Se o vento é fonte de muitos dissabores, prejuízos e até mortes, como aconteceu na quinta-feira da semana passada em todo o litoral gaúcho e catarinense, ele também é fonte de energia, de vida. Passando pela freway, ali por Osório, somos atraídos pelo parque eólico, à esquerda de quem vai em direção ao sul. Em 2006 entraram em operação as primeiras 25 torres do projeto, que é subdividido em três parques: Osório, Sangradouro e Índios, produzindo 150MW da empresa Ventos do Sul. Hoje são 75 aerogeradores, cada um com 2 megawatts, 135 metros de altura e 810 toneladas de peso Em 2008, uma joint venture da empresa Elebrás com a alemã InnoVent acrescentou mais 70MW, na cidade de Tramandaí. A velocidade média do vento nessas regiões é de 48 quilômetros por hora. No total uma potência instalada de 220 megawatts, suficiente, conforme os técnicos, para iluminar Porto Alegre por nove meses. Evidentemente que a energia é vendida a Eletrobrás, ela entra no sistema como um todo. Há projetos para outras cidades do Rio Grande do Sul. Em 2002 o governo do estado fez um levantamento que resultou na confecção do Atlas Eólico do RS. Bem por isso, passando pela rodovia, não pude deixar de fotografar as torres, imagem que até bem pouco tempo só víamos em cartões-postais da Europa. 

Lembro que há alguns anos foram instaladas, pela Celesc, algumas torres de medição de ventos na Laguna. O Morro do Tamborete, ao lado do Molhe Sul, foi um dos locais escolhidos. Falou-se também na região do Farol de Santa Marta. Depois os aparelhos foram retirados e não se falou mais no assunto.
Escrito por valmir guedes júnior às 18h59
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Instalados bicicletário e mesas para jogos Coincidência ou não, depois de termos abordado o assunto aqui neste blog, foi instalado esta semana um bicicletário na Laguna – apenas um, mas já é um começo. Também algumas mesas para jogos foram colocadas na beira do cais, na orla da Lagoa Santo Antônio dos Anjos. É um complemento da chamada revitalização do centro histórico que já finalizou sua segunda etapa, realizada pelo Iphan e prefeitura. 

Torcemos daqui deste canto, que mais bicicletários sejam instalados em outros locais da cidade, já que muita gente utiliza esse veículo para se locomover, trabalhar, estudar ou simplesmente curtir um passeio por nossa Laguna.
Escrito por valmir guedes júnior às 18h49
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Lançamento do CD “Minha Vila Minha Escola” Neste sábado, 28, o lançamento do CD Minha Vila Minha Escola”, contendo sambas-enredos antológicos da Escola de Samba Vila Isabel, da Laguna. Na capa do CD, Helinho da Vila, em foto de Estúdio Gê. 
O evento, com coquetel, acontece às 20 horas, no salão superior do Iphan, Praça Vidal Ramos.
Escrito por valmir guedes júnior às 18h35
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Diário de bordo (I) A ventania Estávamos almoçando no restaurante Graal Rota 80, Km 80 da freway Porto Alegre-Osório, no início da tarde de quinta-feira, já retornando a Laguna, quando o tempo fechou em questão de minutos. Nuvens escuras, areia e vento surgiram do nada e pouco depois desabou a chuva. Voou mesas, pratos, garrafas do estabelecimento, que estava lotado, assustando a todos. Mais tarde, já na estrada, pudemos conferir os estragos. Dezenas de árvores, algumas enormes, foram arrancadas pela raiz e caíram no leito da rodovia. Contei muitas casas inteiramente destelhadas, postes ao chão e antenas parabólicas torcidas. Placas, outdoors pareciam de isopor. À medida que viajávamos íamos conferindo os estragos à beira da estrada, com o maior cuidado devido a galhos e pedaços de telhas depositados na via. Vi alguns carros e caminhões tombados e por todo o litoral sul, desde Osório, Terra de Areia, Três Forquilhas, Três Cachoeiras, Santa Rosa do Sul, Sombrio e Criciúma... este era o cenário diminuindo os estragos à medida que vínhamos para o Norte. Nos jornais de hoje, além dos relatos, a Defesa Civil fala em 10 pessoas feridas, 24 desalojadas e 874 edificações danificadas em todo o estado catarinense. Já no Rio Grande do Sul duas pessoas morreram e 10 mil estavam desalojadas, conforme a Defesa Civil daquele estado. Até a tarde de ontem pelo menos 16 cidades já haviam decretado situação de emergência e Tramandaí teve o registro de vento mais forte: 132 km/h. Há 9 mil edificações danificadas. Aqui na Laguna a ventania passou por volta das quinze e quarenta e cinco da tarde também fazendo estragos. Arrancou dezenas de placas e no Farol de Santa Marta o ventou atingiu 104 quilômetros por hora. Muitas casas foram destelhadas, principalmente nos bairros Cabeçuda, Perrixil, Nova Fazenda e Caputera, regiões nas margens da BR-101. Dois caminhões baú tombaram em Cabeçuda. Os baús estavam vazios e ninguém se feriu mas o trânsito que já estava complicado por conta das obras de recapeamento ficou ainda pior, com enormes congestionamentos. No trevo da Laguna, o outdoor ou luminoso, como queiram, dando as boas vindas ao visitante ficou totalmente retorcido com parte dele despencando. 
Escrito por valmir guedes júnior às 18h40
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Uma semana ausente do blog Esta semana, por motivo de viagem me ausentei desta página, dando um descanso para os leitores. Fui respirar outros ares, olhar desconhecidas paisagens, observar outras gentes, absorver culturas e pesquisar. E é andando por aí, sem ir muito distante, mesmo ao redor de nossa aldeia é que a gente percebe como esse Brasil é grande e tão diferenciado em diversos aspectos. Do litoral você vai à serra em poucas horas e mesmo sendo nós todos brasileiros é incrível o diferencial de povos dentro de uma mesma nação. Usos e costumes e até línguas. Aliás, alguém já disse: primeiro conhece a tua aldeia. Foi o que tentei fazer. Mas me alongo e confesso que essa ausência por poucos dias me deu saudade também dos leitores, dos comentários e desta chamada interatividade que é proporcionada pela internet. Poderia ter postado alguns textos e fotos e impressões que tive ao longo desses dias, mas preferi me desligar para somente ao final da viagem escrever, contar e mostrar um pouco do que vi e senti. Foi uma viagem cansativa em termos de quilometragens percorrida, mas rica em aprendizado. O mais importante. Fui ao sul do Brasil, passando por Porto Alegre e subindo a serra gaúcha, Caxias do Sul, Farroupilha e outras cidades. Alguns museus, casas de cultura, bibliotecas, livrarias, mercados, vinícolas... fizeram parte do roteiro. Em todas as cidades onde passei adquiri os jornais locais, hábito que tenho há muito tempo. Aonde chego a primeira coisa que faço é procurar uma banca. Lendo as publicações você aprende muito sobre o lugar além de analisar jornalisticamente a diagramação e conteúdo dos impressos. Cada louco com sua mania como se diz. E ainda ontem pouco depois do meio-dia, almoçando, fui testemunha dos fortes ventos que atingiu o litoral sul, destelhando casas e derrubando centenas de árvores ao longo de extensa região. Coisa feia. Mas agora o leitor me dá licença, tenho que desfazer as malas, fazer um xixi, organizar os papéis. Mais tarde começo a publicar alguma coisa do que vi. Até breve.
Escrito por valmir guedes júnior às 16h59
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O que é cultura? “Cultura é o conjunto de manifestações artísticas, sociais, linguísticas e comportamentais de um povo ou civilização”. Isso é uma definição. Da cultura de um povo fazem parte diversas atividades e manifestações como a música, o teatro, rituais religiosos, língua falada e escrita, mitos, danças, arquitetura, invenções, hábitos alimentares, pensamentos, formas de organização social, etc. Há uma maneira um tanto diferente de ver a cultura da Laguna por parte de administradores que governam e governaram nossa cidade nos últimos anos. Há uma preocupação e um esforço em captar grandiosas verbas para espetáculos – como o carnaval e encenação de tomadas e repúblicas, mas não é percebida uma maior preocupação e investimentos em outros setores culturais de nosso município e que estão abandonados. E eles existem, os que conseguiram sobreviver. Pergunto: como estão os artistas plásticos da Laguna? Os músicos? As bandas? O que se está fazendo para recuperar antigas publicações literárias há anos esgotadas em bibliotecas? Existem projetos para repor as placas em bronze dos monumentos e que foram furtadas ao longo dos tempos? Qual é o incentivo propiciado à criação em todas as áreas? E concursos literários – poesia, crônica, contos – quando serão realizados? Por que não organizar maratonas fotográficas entre fotógrafos amadores e profissionais, com distribuição de prêmios e exposição das premiadas, com as fotos sendo incorporadas ao acervo do município para futuro uso em folders e demais publicações? Os corais e conservatório estão recebendo a devida atenção? E os grupos folclóricos? O que se está preparando para a Semana Cultural do ano que vem e os próximos? Ficaremos somente aguardando verbas específicas para reproduções teatrais grandiosas à beira da Lagoa? Parte da enorme verba não poderia ser direcionada (captada) para outros setores culturais do município? Sabe-se que as leis de incentivo nunca serão capazes de suprir, por si, a ausência de uma política cultural. Ela tem que ser criada e desenvolvida pelo poder público. Política cultural que seja consistente não se faz apenas utilizando-se a renúncia fiscal. Se fizermos um balanço relacionando custo versus benefício em muitos projetos culturais que movimentam milhões de reais do contribuinte, quais serão os resultados? Eis algumas indagações que faço nesta noite de quinta-feira.
Escrito por valmir guedes júnior às 18h23
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“Já disse aqui: não acredito na “neutralidade” da linguagem. É melhor lidar com gente que fala às claras, com inimigos declarados. Os piores são os que não são frios nem quentes. Que nunca se assumem. Que lavam as mãos como Pilatos modernos”. (Emanuel Medeiros Vieira)
Escrito por valmir guedes júnior às 18h21
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Na Laguna, segunda via do IPTU e certidão negativa de débitos municipais já pode ser retiradas via internet Seguindo o já implantado em outras prefeitura, a da Laguna também está disponibilizando no seu site institucional, o cidadão web onde o contribuinte, via internet, tem acesso à segunda via do carnê do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), certidão negativa de débitos municipais e de imóveis. A modernização do sistema faz parte da política da administração tributária também para o fortalecimento do controle dos gastos e, principalmente, melhorar a qualidade de atendimento ao cidadão. Como acessar? Entrar no site www.laguna.sc.gov.br Ao lado esquerdo da tela do leitor no link Cidadão Web terá as opções do CND Contribuinte, CND Imóvel, CND Econômico, Guia Unificada, Segunda via do carnê, Situação do Contribuinte e Validação de Documentos.
Infelizmente o sistema pede uma senha e o contribuinte tem que ir até à prefeitura para obtê-la. A contrário de outras prefeituras - como Florianópolis, onde basta informar o número do CNPJ ou inscrição imobiliária.
Escrito por valmir guedes júnior às 18h21
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Meu e-mail Para os leitores deste blog que queiram conversar, sugestionar, criticar ou enviar colaborações, fotos, etc., e não querem fazê-lo diretamente no "comente" do blog, meu endereço é: valmirguedes@bizz.com.br Fico à disposição.
Escrito por valmir guedes júnior às 18h18
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Tribuna da Ilha – mais uma edição E o jornal Tribuna Lagunense quando voltará? Circulando esta semana em Florianópolis, mais uma edição do jornal Tribuna da Ilha, de número 89. Nesta edição, matéria sobre o fechamento da avenida Paulo Fontes, em frente ao mercado público; a mudança no zoneamento do solo da Agronômica, o que vai permitir a alienação da área onde se situa a penitenciária; a operação verão 2009/2010 para Florianópolis; a caminhada que reuniu mais de 500 idosos; o ato solene na Assembleia Legislativa em homenagem ao Dia do Maçom, data criada pelo deputado Jorginho Mello(PSDB); comemoração dos 40 anos do Lagoa Iate Clube, além de outras manchetes. 
Circulando na grande região da Trindade, que compreende além desta, os bairros Santa Mônica, Itacorubi, Pantanal, Agronômica, Córrego Grande e Centro, o jornal possui diversos colaboradores, entre eles o jornalista Márcio Dison, Lourenço Orth, advogado Flávio Goulart Barreto, Fátima Barreto e este blogueiro. É distribuído também em órgãos públicos de Florianópolis, como Assembleia Legislativa, Prefeitura, Câmara de vereadores, Tribunais, etc. Bem por isso estamos no número 89. Vida longa a ele. Os leitores aqui do blog já sabem, mas sempre é bom relembrar. Em 1995 fundei aqui na Laguna o jornal Tribuna Lagunense que marcou época em nosso jornalismo. Durante cinco anos, e até o número 104, a Tribuna Lagunense, com uma excelente equipe de colaboradores, trouxe matérias de reais interesses da nossa comunidade. Denunciamos, mostramos, recuperamos fatos e fotos do passado da Laguna. Em fins de 1999, problemas operacionais me impediram de continuar com a publicação, e entre as dificuldades, destaco o excesso de jornais na Laguna disputando o mesmo espaço publicitário e a utilização de, digamos, métodos não republicanos por parte de alguns. Além disso, sempre foi minha meta não me atrelar a qualquer tipo de grupos e políticos. É uma maneira de ser que custa caro, muito caro. E paguei o preço dessa liberdade, dessa independência. Uns até me chamam de visionário, que é uma maneira burra de se fazer jornalismo. Fazer o quê? Mesmo passados todos esses anos continuo pensando assim. Por isso costumo dizer que na verdade “adormeci” o jornal Tribuna Lagunense, fundando em seu lugar, na Capital do estado, em 1999, o jornal Tribuna da Ilha. Mas voltando ao Tribuna Lagunense, ainda hoje este jornal é lembrado por muitos que vez ou outra me perguntam se um dia ele voltará. Pois agora? Se as circunstâncias propícias surgirem talvez me anime a retornar com a publicação, quem sabe, qualquer dia... E qualquer dia é uma frase que quer dizer amanhã, daqui a um ano, dez anos ou no dia do São Nunca. Somente o tempo dirá.
Escrito por valmir guedes júnior às 14h35
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Roubaram mais uma vez o Banco do Brasil da Laguna Soube ontem à noite que a agência do Banco do Brasil de nossa cidade, situada na Praça Vidal Ramos, mais uma vez foi roubada. O fato aconteceu de sexta-feira para sábado. Em meados de agosto deste ano a agência já havia sido furtada e de dois caixas eletrônicos os ladrões levaram R$ 80 mil. Por conta disso o atendimento em caixas eletrônicos está fechado. Avisos afixados dizem aos correntistas para procurarem agências lotéricas e o o caixinha situado no Shopping Tordesilhas. Todos fechados no fim de semana.
Escrito por valmir guedes júnior às 12h40
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Não confio Nunca se deve confiar em restaurantes e barzinhos onde a troca de garçons e/ou cozinheiros é um constante. Algo errado existe. Normalmente os proprietários pagam e/ou tratam mal seus empregados. Como querem manter a qualidade?
Escrito por valmir guedes júnior às 12h39
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Jornal A Crítica denuncia abandono da Banda Carlos Gomes Jornal A Crítica, dos competemtes jornalistas Gladys Helena e Salmon Flores na edição desta semana trazendo importante reportagem-denúncia sobre as condições das instalações da sede da Sociedade Musical Carlos Gomes, fundada em 08 de abril de 1882, situada ali no rincão (rua Fernando Machado). Pela importância da matéria a transcrevo neste espaço, inclusive com comentários do presidente e maestro da centenária instituição, Deroci de Oliveira. ******************* Laguna Banda Carlos Gomes pede socorro. Parte interna do prédio desabou e prefeitura trata com descaso a entidade Conhecida como a banda musical mais antiga do Brasil em atividade, a Sociedade Musical Carlos Gomes, de Laguna, fundada em abril de 1882, está pedindo socorro aos empresários e comunidades para poder reerguer suas instalações. Parte interna do prédio onde funciona, na rua Fernando Machado, atrás da Rádio Garibaldi, desabou e outras dependências ameaçam ruir como a escadaria e o teto se não passar por reformas urgentes. Segundo o presidente da instituição, maestro Deroci de Oliveira, a falta de participação da prefeitura e outros órgãos públicos ligados à cultura no apoio da entidade com recursos, ameaça uma história construída há 127 anos. "No ano passado foi aprovado um convênio com a prefeitura para o repasse de R$ 1 mil mensais. Mas, isso não aconteceu. Neste ano, nos meses de abril e maio deram R$ 1.500,00 e esqueceram de nós. Também temos um projeto de reforma junto ao Iphan que está engavetado há oito meses. Por isso estamos tentando sensibilizar a comunidade para que nos auxiliem na compra de materiais para que possamos reedificar nossa sociedade musical”, observa o maestro e presidente da Sociedade Musical Carlos Gomes. Deroci ressalta que a banda hoje possui 48 componentes e 18 alunos se preparam com o aprendizado musical. "São todas pessoas carentes e que se ocupam com a música. Recebemos ajuda da Tractebel e do vereador Everaldo para darmos início à reforma, mas precisamos mais. Sequer temos recursos para pagar mão de obra. Não temos apoio do Poder Público", enfatiza. (Transcrito do Jornal A Crítica – edição nº 713 - 06/11/2009)
Escrito por valmir guedes júnior às 20h16
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É caro ou não é? Um grupo de senhoras, em excursão, mais de 40, chega defronte ao Museu Anita Garibaldi e ao saber que o valor do ingresso é R$ 3,00, dá meia volta resmungando. Uma delas comenta com outra: -É muito dinheiro pra ver coisas velhas...e coisas velhas já bastam nós...
Escrito por valmir guedes júnior às 15h39
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